Engenharia de Produção

Design Thinking como estratégia de inovação

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“Hoje, inovação está em todos os negócios e lugares. Esperamos mais com menos. O Design Thinking nos oferece uma sistemática e recente metodologia de solucionar problemas que pode auxiliar nos naqueles mais confusos e encontrar soluções que estavam ali, bem em frente à nós!”, diz a professora Jeanne Liedka, da University of Virginia e escritora do livro: A Design Thinking Tool Kit for Managers. Mas afinal, que ferramenta é esta, e porque esta metodologia esta sendo aplicada por marcas que são líderes mundiais, como Apple, Google, Samsung e GE além do mesmo estar sendo ministrado em importantes universidades do mundo, incluindo d. School Stanford, Harvard e MIT?

Design Thinking é uma metodologia usada por designers para resolver problemas complexos e encontrar soluções desejáveis ​​para os clientes. Uma mentalidade de design não é focada no problema, é focada na solução e orientada para a criação de um futuro preferido. Ou seja, baseia-se na lógica, na imaginação, na intuição e no raciocínio sistêmico, para explorar as possibilidades do que poderia ser – e para criar os resultados desejados que beneficiam o usuário final (o cliente).

O que é especial no Design Thinking é que os processos de trabalho dos designers podem nos ajudar a extrair, ensinar, aprender e aplicar sistematicamente essas técnicas centradas no ser humano para resolver problemas de maneira criativa e inovadora – em nossos projetos, em nossos negócios, em nossos países, em nossas vidas. Ele gira em torno de um profundo interesse em desenvolver uma compreensão das pessoas para as quais estamos projetando os produtos ou serviços. Isso nos ajuda a observar e desenvolver empatia com o usuário alvo. O Design Thinking nos ajuda no processo de questionamento: questionar o problema, questionar os pressupostos e questionar as implicações. Assim é extremamente útil no tratamento de problemas que são mal definidos ou desconhecidos, reenquadrando o problema de formas centradas no ser humano, criando muitas ideias em sessões de brainstorming e adotando uma abordagem prática em prototipagem e testes. E também envolve experimentação contínua: esboçar , criar protótipos, testar e experimentar conceitos e ideias.

 

FASES DO DESIGN THINKING

Existem muitas variantes do processo de Design Thinking em uso hoje, e elas têm de três a sete fases, estágios ou modos. No entanto, todas as suas variantes são muito semelhantes. Pois todas incorporam os mesmos princípios, que foram descritos pela primeira vez pelo Prêmio Nobel Herbert Simon em The Sciences of the Artificial em 1969. Aqui, vamos nos concentrar no modelo de cinco fases proposto pelo Instituto Hasso-Plattner de Design em Stanford, que também é conhecido como d.school. Escolhemos a abordagem da d.school porque eles estão na vanguarda da aplicação e ensino do Design Thinking. As cinco fases do Design Thinking, de acordo com a d.school, são as seguintes:

  • Empatia – com seus usuários;
  • Definir – as necessidades de seus usuários, seus problemas e suas ideias;
  • Ideação – desafiando suposições e criando ideias para soluções inovadoras;
  • Protótipo – para começar a criar soluções;
  • Teste – soluções;

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É importante observar que as cinco fases, estágios ou modos nem sempre são sequenciais. Eles não precisam seguir nenhuma ordem específica e podem ocorrer em paralelo e repetir iterativamente. Dado isso, você não deve entender as fases como um processo hierárquico ou passo-a-passo. Em vez disso, você deve considerá-lo como uma visão geral dos modos ou fases que contribuem para um projeto inovador, em vez de etapas sequenciais.

 

“Pense fora da caixa”

Os seres humanos naturalmente desenvolvem padrões de pensamento modelados em atividades repetitivas e conhecimento comumente acessado. Isso nos ajuda a aplicar rapidamente as mesmas ações e conhecimentos em situações semelhantes ou familiares, mas eles também têm o potencial de nos impedir de acessar e desenvolver novas maneiras de ver, entender e resolver problemas de maneira rápida e fácil.

Esses padrões de pensamento são frequentemente chamados de esquemas , que são conjuntos organizados de informações e relações entre coisas, ações e pensamentos que são estimulados e iniciados na mente humana quando encontramos alguns estímulos ambientais. Como esses esquemas são estimulados automaticamente, isso pode obstruir uma impressão mais adequada da situação ou impedir que enxerguemos um problema de uma maneira que permita uma nova estratégia de solução de problemas. A solução inovadora de problemas também é conhecida como “pensar fora da caixa”.

 

Quer saber mais sobre esse assunto e suas aplicações? Uma dica poderosa é acessar o site: http://www.livrodesignthinking.com.br/ e baixar um livro GRATUITO sobre como aprender a utilizar essa ferramenta e saia na frente!! Me diz o que achou nos comentários!

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Klara Medeiros

Especialista em Gestão de Projetos pela USP e Universidade da Califórnia, além de outras aventuras na Copenhagen Business School e milhões de outros cursos paralelos. Graduanda em Engenharia de Produção pela UFCG e entusiasta da vida! Amo conversas paralelas e atuar de Coaching nas horas vagas. Vem comigo!

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